FAS promove debate gratuito sobre caminhos para o desmatamento zero e ação climática na Amazônia

A Fundação Amazônia Sustentável (FAS) realiza nesta sexta-feira, dia 24 de julho, das 16h às 18h, a mesa-redonda “Mapa do Caminho para o Desmatamento Zero: Ação Climática em Territórios de Populações Tradicionais e Povos Indígenas do Amazonas”, no auditório da instituição, localizado na Rua Álvaro Braga, nº 351, Parque 10 de Novembro, Manaus (AM).

Aberto ao público, o encontro reunirá representantes da Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (SDSN Amazônia), pesquisadores, lideranças, organizações parceiras e demais interessados na agenda climática.

A programação discutirá estratégias para acelerar o alcance do desmatamento zero e fortalecer políticas e iniciativas de adaptação climática a partir das experiências, dos conhecimentos e do protagonismo dos povos indígenas e das populações tradicionais do Amazonas.

O convidado principal será o diplomata Marco Túlio Scarpelli, especialista em negociações internacionais sobre clima, florestas e desenvolvimento sustentável. Com trajetória dedicada à diplomacia climática e à cooperação internacional, Marco Túlio atua na agenda ambiental brasileira e nas discussões relacionadas à COP30.

O debate contará ainda com a participação de Henrique Pereira, diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e pesquisador nas áreas de biodiversidade e desenvolvimento sustentável; e de Sinéia do Vale, coordenadora do Comitê Indígena de Mudanças Climáticas (CIMC) e enviada da COP30.

A moderação será realizada pelo superintendente-geral da FAS, Virgilio Viana. Entre os assuntos que serão abordados estão as estratégias para alcançar o desmatamento zero na Amazônia; a contribuição dos povos indígenas e das populações tradicionais para a conservação da floresta; políticas públicas e financiamento climático; bioeconomia; desenvolvimento sustentável; e os desafios e oportunidades da agenda climática brasileira.

Diferente de loteamentos tradicionais, o Parque Mosaico, na zona Oeste, é uma resposta ao crescimento orgânico, organizando o território antes mesmo da conclusão. O empreendimento reúne em um só lugar moradia, áreas comerciais, equipamentos institucionais e espaços públicos ativos (Divulgação)

Manaus enfrenta o desafio de equilibrar o ritmo de crescimento demográfico com a necessidade de uma infraestrutura que suporte esse fluxo. Esta expansão acelerada frequentemente resulta em saturação viária e ausência de serviços públicos. Para a Mosaico Urbanismo, a alternativa ao crescimento desordenado está na antecipação de demandas através de bairros planejados e centralidades bem desenhadas. De acordo com o Serviço Geológico do Brasil (SGB), esse cenário de urbanização desordenada mantém mais de 112 mil pessoas vivendo em áreas de risco alto e muito alto de desastres, distribuídas em 438 setores da capital. A rápida expansão urbana sem planejamento também reduziu drasticamente as áreas verdes da cidade. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apenas 25,1% do entorno dos domicílios possui cobertura arborizada. Pedro Ponciano, COO da Mosaico Urbanismo, explica que a essência de projetos, como o Parque Mosaico não residem apenas na oferta de terrenos ou unidades residenciais, mas na criação de uma plataforma de desenvolvimento urbano. “Uma cidade cresce melhor quando o planejamento precede a ocupação. No Parque Mosaico, estruturamos a mobilidade, a drenagem, os espaços de convivência e a governança comunitária como pilares fundamentais. O nosso objetivo é que o bairro funcione como uma centralidade completa, onde o morador encontra o que precisa no seu dia a dia, descongestionando as vias da cidade e fortalecendo a economia local”, afirma. O Parque Mosaico, desenvolvido pela Mosaico Urbanismo na Zona Oeste de Manaus, apresenta-se como um modelo prático dessa tese. Diferente de loteamentos tradicionais, o projeto foi realizado para ser uma resposta ao crescimento orgânico, organizando o território antes mesmo da conclusão. Ao reunir em um só lugar moradia, áreas comerciais, equipamentos institucionais e espaços públicos ativos, o bairro busca reduzir a necessidade de grandes deslocamentos, devolvendo tempo e qualidade de vida aos cidadãos. Um dos diferenciais que transformam o Parque Mosaico em referência urbana é o conceito de uso misto, que incentiva a presença de comércio, serviços e áreas de lazer em meio às residências. Essa dinâmica, somada à existência de uma associação de moradores ativa, garante que o bairro tenha gestão contínua. Além da infraestrutura física, o projeto aposta em espaços públicos que promovem a vida comunitária, como a Faixa Liberada do Parque Mosaico. Ao destinar ruas para atividades esportivas e de lazer, a Mosaico Urbanismo reforça que uma cidade planejada é, acima de tudo, uma cidade para pessoas. É por aí!

Por meio da Escola Superior da instituição (Esudpam), Defensoria Pública do Amazonas (DPE-AM), divulgou o resultado do processo seletivo de residência jurídica do projeto “Nosso Coração Também é Azul”, voltado à inclusão de pessoas com Transtorno do Espectro Autista-TEA (Divulgação)

A Defensoria Pública do Amazonas (DPE-AM), por meio da Escola Superior da instituição (Esudpam) divulgou, na terça-feira (21), o resultado do processo seletivo de residência jurídica do projeto “Nosso Coração Também é Azul”, voltado à inclusão de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Participaram da seleção candidatos dos estados do Amazonas, Rondônia e Roraima. A lista completa dos aprovados está disponível no Diário Oficial da instituição (hiperlink). Dos inscritos, um candidato foi aprovado para a vaga imediata, e outros nove passam a compor o cadastro de reserva. O primeiro colocado atuará na 1ª Defensoria Pública de 1ª Instância de Família, uma das áreas com maior demanda da instituição. Segundo a diretora da Esudpam, Karoline Santos, a política de inclusão foi implantada inicialmente para os estagiários e, após os resultados positivos, ampliada para o programa de residência jurídica. “Essa experiência do estágio permitiu ver o quão bem eles se adaptaram à rotina de trabalho, ao atendimento dos assistidos e aos diferentes setores em que tiveram a oportunidade de atuar”, destacou a defensora. Ela destacou, também, que a experiência da Defensoria do Amazonas pode servir de referência para outras instituições que pretendam ampliar a inclusão de pessoas com TEA no ambiente de trabalho. “O Nosso Coração Também é Azul pode servir de modelo para outras instituições, que podem perceber a importância de promover políticas de inclusão verdadeiramente exitosas”, disse. Karoline acrescentou que a Defensoria está preparada para adaptar processos e promover a integração adequada do novo residente, conforme as diretrizes da Política de Proteção dos Direitos das Pessoas com Deficiência, prevista na Resolução nº 02/2025. O residente receberá bolsa mensal de R$ 2.550 para cumprir jornada de 30 horas semanais, distribuídas em seis horas diárias, no período da manhã. O processo seletivo incluiu análise da documentação comprobatória e do currículo, além de entrevista com os candidatos.

Após sua passagem pelo 19° Festival Internacional de Teatro de Campinas – FEVERESTIVAL, o Grupo Jurubebas de Teatro volta para Manaus com o espetáculo “Tucumã & Buriti – As Brocadas do Tarumã-açú” nesta quinta, 23 de julho, às 19h, no Buia Teatro (Rua Dona Libânia, n°300, Centro). com entrada gratuita. A obra tem ganhado cada vez mais os circuitos nacionais levando as histórias e causos da comunidade ribeirinha de Julião, 26km rio Negro adentro. A apresentação conta a história de duas irmãs que têm sonhos distintos: uma delas quer ficar na comunidade, outra delas quer partir para onde o rio levar. A obra é dirigida por Felipe Maya Jatobá e conta com dramaturgia escrita por Euler Lopes. A parceria entre artistas de Amazonas e Sergipe permitiu a criação de um espetáculo que dialoga diretamente com as vivências de quem vive na beira dos rios, em especial as crianças que vivem nessas comunidades. “Sempre pensamos em escrever e encenar algo onde a própria comunidade pudesse se reconhecer”, afirma Felipe, diretor da obra. A peça se passa na Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Tupé, onde, na comunidade mencionada, as fontes de alimentação e renda vem do consumo e venda das frutas que dão nome às personagens, Tucumã & Buriti.

A Universidade Nilton Lins chega em 2026 à sua décima edição da Feira de Agronegócios, marcando uma década de história. A feira promete ser a maior de todos os tempos e acontece entre os dias 7 e 11 de outubro, no estacionamento da Universidade, no bairro Parque das Laranjeiras, em Manaus (Divulgação)

Consolidada como o principal evento do setor primário do Amazonas, a Feira de Agronegócios da Universidade Nilton Lins chega em 2026 à sua décima edição. Marcando uma década de história, a feira promete ser a maior de todos os tempos e acontece entre os dias 7 e 11 de outubro, no estacionamento da Universidade, no bairro Parque das Laranjeiras, em Manaus. Com entrada gratuita, para 2026, a expectativa da organização é superar todas as marcas do ano passado, quando o evento movimentou R$ 50 milhões em novos negócios, reuniu mais de uma centena de expositores dos setores primário e de logística e recebeu mais de 50 mil visitantes. Outro destaque deste ano será a forte presença de bancos e agências financiadoras, que vão oferecer linhas de crédito e condições especiais para produtores rurais, cooperativas e empreendedores do agro. A ideia é facilitar o acesso ao financiamento para compra de máquinas, insumos e expansão da produção. Segundo o idealizador da Feira, Nilton Lins Júnior, o evento tem o propósito de unir campo e conhecimento. “A feira nasceu com estes princípios em uma Universidade que ao longo de décadas de história é pioneira em diversos setores de pesquisas, práticas ecologicamente corretas, socialmente justas e economicamente viáveis, inclusive por meio do suporte e incentivo a startups. O agro gera receitas e empregos, que podem ser potencializados no Amazonas de forma responsável com a economia criativa, novas tecnologias e atenção socioambiental”, destacou. Outro diferencial da 10ª edição é a integração entre empreendedorismo, sustentabilidade e inovação tecnológica com uma programação acadêmica que irá contar com palestras, workshops e oficinas voltadas para o aperfeiçoamento da cadeia produtiva e temas que passam por manejo sustentável, novas tecnologias no campo, sustentabilidade e mercado para produtos da Amazônia. Os organizadores reforçam que o objetivo é levar conteúdo técnico para pequenos, médios e grandes produtores, além de estudantes e profissionais que buscam atualização. Para atrair o público em geral, a feira também terá shows musicais todas as noites, além de concursos, competições e torneios de hipismo, com a participação de grandes nomes locais e nacionais do esporte. As empresas e empreendedores interessados em expor seus produtos e serviços podem entrar em contato nos telefones: (92) 3643-2006 ou (92) 3643-2136. 

O Amazonas teve três projetos de pesquisas com foco na saúde das populações de Manacapuru, Itacoatiara e Novo Airão selecionados para um programa de bolsas. Os estudos, que serão desenvolvidos por docentes e estudantes da Afya Faculdade de Ciências Médicas de Manacapuru e Itacoatiara, vão abordar temas como qualidade da água, o impacto da estiagem na saúde de populações vulneráveis e os casos de doença renal crônica em áreas quilombolas. Os projetos do Amazonas foram contemplados pelo programa Afycionados por Ciência 2026, que ao todo selecionou 40 iniciativas de todo o país. Serão dez meses de estudos, em que os orientadores e alunos terão a oportunidade de desenvolver pesquisas alinhadas às linhas institucionais, com bolsa de incentivo mensal durante todo o período.

O ex-secretário da Cultura Robério Braga, foi um dos entrevistados da pesquisa resgata a história do teatro-circo em Manaus entre 2000 e 2010. Ele foi entrevistado pela produtora cultural Rafaela Guimarães, reconhecida por sua atuação e articulação no campo cultural do Amazonas (Bruno Lopes)

O diretor, encenador, dramaturgo e pesquisador Douglas Rodrigues iniciou uma investigação dedicada a reconstruir uma década da produção artística do teatro-circo em Manaus. A pesquisa concentra-se no período entre 2000 e 2010, momento marcado pelo encontro entre diferentes linguagens, pela expansão da palhaçaria e pela presença cada vez mais significativa de elementos circenses na cena teatral amazonense. Desse processo nasce “Palhaçaria: Cartografia Visual do Teatro-Circo entre 2000 e 2010”, uma pesquisa de caráter histórico e documental que busca reunir imagens, depoimentos, trajetórias e experiências de artistas que contribuíram para transformar a cena das artes cênicas na capital amazonense. A obra está prevista para ser lançada no dia 27 de março de 2027, Dia Mundial do Circo. A iniciativa também dialoga com a trajetória de Douglas Rodrigues no campo da memória e da documentação cultural. Autor da trilogia dramatúrgica “O Outro Entre Nós”, o pesquisador participou ativamente da publicação de uma obra dedicada à memória de Ednelza Sahdo, uma das grandes referências do teatro amazonense, escrita pelo pesquisador e pedagogo Adailson Veiga. O trabalho parte da compreensão de que o diálogo entre teatro e circo não é um fenômeno recente. Ao longo da história das artes cênicas, importantes encenadores e pensadores do teatro moderno experimentaram elementos da linguagem circense em suas criações, aproximando o corpo, o gesto, o risco, o humor e a teatralidade popular das estruturas dramatúrgicas e da encenação. No Brasil, o circo desempenhou papel fundamental na democratização do acesso ao teatro popular. Entre o final do século XIX e meados do século XX, enquanto muitas companhias e grupos teatrais concentravam suas atividades nos grandes centros urbanos e em espaços formais de apresentação, o circo, por sua natureza itinerante, percorria cidades e comunidades levando ao público diferentes formas de expressão artística. Em Manaus, o segmento ganhou novas configurações no início dos anos 2000. Artistas como Selma Bustamante, Socorro Andrade, Ana Cláudia Mota, entre outros nomes fundamentais, experimentaram e promoveram aproximações entre o teatro, o circo e a palhaçaria, contribuindo para uma significativa transformação da cena local. Entre as experiências mais importantes do período está o projeto Trupe da Alegria, idealizado pela artista Socorro Andrade. A iniciativa ganhou estrutura institucional durante a gestão do então Secretário de Cultura Robério Braga, um dos entrevistados da pesquisa. A proposta levou a linguagem da palhaçaria para hospitais e espaços de atendimento à saúde. Embora experiências semelhantes já existissem em outros estados brasileiros, a iniciativa desenvolvida no Amazonas buscou estabelecer uma estrutura própria de funcionamento, articulando a atuação artística com suporte institucional e acompanhamento profissional. O depoimento evidencia a importância das políticas públicas e da estrutura institucional para a consolidação de experiências artísticas continuadas. A Trupe da Alegria tornou-se parte de um movimento mais amplo de aproximação entre arte, saúde e humanização, inserindo a palhaçaria em espaços que ultrapassavam os limites tradicionais do palco.

A CBF amarga seus piores momentos com esse grupo de incapazes, amadores e sem qualquer conhecimento de futebol, encastelados na pífia administração da entidade. Esmerados em conversas fiadas e lorotas. Outro dia li que a entidade, em seu balanço anual, teve prejuízo em 2025 de 180 milhões e previsão para 2026 também de déficit, de 200 milhões. Gestões anteriores da entidade, com João Havelange, Ricardo Teixeira, José Maria Marin e Marco Polo Del Nero, nunca tiveram prejuízos em seus balanços. Sempre superavit.  Estou pasmo. Os 5 títulos mundiais do Brasil foram conquistados nas gestões dos 4 presidentes citados. Será que esse grupo de incapazes pensa que a CBF é uma estatal? (Vicente Limongi Netto)

Após três dias de paralisação, os trabalhadores das empresas de ônibus encerraram o movimento no transporte coletivo de Manaus nesta quarta-feira (22). Segundo o Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Manaus, a retomada das atividades ocorreu após o repasse dos valores referentes aos salários. A paralisação começou na segunda-feira (20). De acordo com o sindicato, o movimento foi iniciado após as empresas de transporte coletivo não efetuarem o pagamento da primeira parcela dos salários dentro do prazo determinado pela Justiça. Segundo o presidente do sindicato Givancir Oliveira, após o repasse dos valores, a categoria foi orientada a retornar ao trabalho.

BDay

Conselheiro Mario de Mello, Julio Ventilari, James Cavalcante, Rita Chaves, Mario Adolfo Filho, Ismael Neves, Carlinhos Coelho, Djamble Matos e José Azevedo figuram na lista dos festejados aniversariantes desta quinta-feira, 23 de julho. Personalíssimos e muito estimados por certo serão alvo dos merecidos cumprimentos. A eles, os parabéns da coluna!

Corregedor-Geral do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), o conselheiro Mario de Mello é um dos celebrados aniversariantes desta quinta-feira. A data será comemorada em São Paulo. Parabéns, amigo querido
Empresário e ativista ambiental Matheus Garcia, de 34 anos. é pré-candidato a deputado estadual do Amazonas pelo MDB. Ele afirma que pretende construir uma campanha baseada em inovação, sustentabilidade, juventude e desenvolvimento econômico. Ele representa a renovação da política amazonense. Maravilha!
Jornalistas Kuca da Matta e sua mulher, Roseane, meus amigos queridos e gente da melhor qualidade. Rose foi uma das minhas contemporâneas nos tempos da Universidade Federal do Amazonas-(Ufam)
Antonia Brito Bentes, empresária de sucesso e promotora do famoso encontro mensal “Chá entre Amigos” e o promoter e blogueiro Fernando Salignac, que no fim de semana realizou com o devido sucesso a “Feijuca dos Amigos”, no Hotel Tryp
Sonia Jinkings, Rui Machado, Odenir Monteiro Machado e Lúcia Bittencourt frequentadores assíduos da Praça dos Amigos, lugar muito bacana, com muito verde fincado bairro São Jorge, Zona Oeste da Grande Manaus
Socorro Siqueira, Muny Torres, Ana Ruth Fernandes, Norma Araújo e Marilena Perales são figuras carimbadas e obrigatórias nos grandes encontros sociais da Grande Manaus, Capital da Amazônia Ocidental. Te mete

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